Não o conhecia então, mas há quem jure a pés juntos que o Gonçalo Valente era fã dum bom fatreino. Atenção, um bom fatreino é do Liverpool ou do Chelsea, do Benfica ou do Milan, um bom téni da nike e um cachucho da orelha. Morar na Rinchoa também ajuda.
Mas, meus amigos, não estamos aqui para falar de ninguém em particular, mas de fatreinos no geral. Numa época em que o fashionismo atinge níveis de masturbação não intelectual completamente universais, o nosso onanismo desliza, acima e abaixo (belo jogo de palavras) conforme um bom tecido possa deixar.
Um fatreino, achamos nós, faz parte do imaginário real de qualquer um, e quem vos escreve até teve uns quantos. Sendo que o seu preferido era da Relook, essa marca secundária que já então, há mais de 15 anos, tinha um nome que sugeria um estilo retro.
Voltando, com este par de parágrafos, a uma acção que pretendemos que dinamize este blog, o melhor de todos e de sempre, esperamos que a parábola que apresentámos tenha transmitido todos os valores estruturais da corrente vanguardista que representamos. Assim, e portanto, disponham da nossa caixa de comentários. Falem do fatreino ! Usem-no ! Amem-no ! Beijem a próxima velhota que vos aparecer à frente ! Comam uma caixa de Tulicreme de estucada !
Não deixem a nossa história morrer sem ninguém lhe dizer, como aconteceu com o BE.
Obrigado.